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No idioma japonês, a palavra Shinsokan é composta por três ideogramas:

Shin= Deus
So=pensar
Kan=contemplar

Na verdade a meditação Shinsokan é algo prazeroso, um momento terno, que nos proporciona alegria e felicidade como se estivéssemos nos braços de Deus.
É exatamente a mesma sensação de uma criança que esta no colo de seus pais.
Praticar sempre que possivel é uma experiência fantastica e unica .



Meditação



“Neste momento, deixo o mundo dos cinco sentidos e entro no mundo da Imagem Verdadeira.”

(Visualizamos e contemplamos um mundo infinitamente vasto e esplendoroso.)

Aqui, onde estou, é o mundo da Imagem Verdadeira.

É oceano de infinita Sabedoria de Deus (várias vezes)

É oceano de infinito Amor de Deus (várias vezes)

É oceano de infinita Vida de Deus (várias vezes)

É oceano de infinita Provisão de Deus (várias vezes)

É oceano de infinita Alegria de Deus (várias vezes)

É oceano de infinita Harmonia de Deus (várias vezes)

Assim mentalizando, contemplemos os atributos de Deus que, em forma de luz, nos envolvem e se estendem por toda parte. Repetimos esta mentalização até conseguirmos visualizar todo o Universo repleto de luz de Deus.

É o mundo da harmonia absoluta. Neste mundo da grande harmonia, eu, como filho de Deus, estou recebendo de Deus a Sua infinita força vivificante (que engloba todos os atributos divinos acima referidos).

Respiração
Ao inspirarmos lentamente, visualizamos a luz resplandecente de Deus fluindo para dentro de nós através das mãos postas (que são como uma antena), preenchendo todo o nosso corpo, desde o alto da cabeça até a extremidade dos pés. Enquanto inspiramos, mentalizamos:

A infinita força vivificante de Deus flui para o meu interior, flui, flui, flui... (repetimos até completar a inspiração). 
Em seguida, comprimimos o ar para o baixo-ventre, dilatando-o para frente, a fim de criarmos a sensação de plenitude. Conservando essa sensação, mentalizamos:
Pela luminosa força vivificante de Deus sou preenchido, sou vivificado, sou preenchido, sou vivificado... (várias vezes).
 Com os olhos da mente, fitamos o nosso ser preenchido e iluminado pela força vivificante de Deus. Enquanto isso, o ar vai se esvaindo lentamente pelas narinas. Quando 70% do ar for expirado, restando ainda uns 30% no baixo-ventre, inspiramos novamente, voltando a mentalizar:
A infinita força vivificante de Deus flui para o meu interior, flui, flui, flui...
Preenchidos os pulmões, novamente comprimimos o ar para o baixo-ventre e, aproveitando a sensação de estarmos plenificados, mentalizamos:

Pela luminosa força vivificante de Deus sou preenchido, sou vivificado, sou preenchido, sou vivificado... (repetimos essa mentalização, combinada com a respiração controlada, até alcançarmos o estado de concentração total). Então mentalizamos fortemente:
Já não sou eu quem vive; é a Vida de Deus que aqui vive (várias vezes).

Retornamos, em seguida, às frases iniciais:
Aqui, onde estou, é o mundo da Imagem Verdadeira! É oceano de infinita Sabedoria de Deus, ... etc. (Repetimos esse processo cerca de 30 minutos.)

Durante a meditação podemos mentalizar também palavras de afirmação de que o objetivo almejado já está realizado.

O infinito Amor de Deus flui para o meu interior e em mim resplandece a luz espiritual de amor. Esta luz se intensifica, cobre toda a face da Terra e preenche o coração de todas as pessoas com o espírito de Amor, Paz, Ordem e Convergência para o Centro.


 “A harmoniosa Vida de Deus ilumina o Universo, e no mundo reina a paz”.

Fonte: Meditação Shinsokan para
Contemplar a Deus, “Shinsokan” e outras
Orações; A Verdade, vol. 3 –
Masaharu Taniguchi


De modo geral, estes homens possuem fortes tendências à autodestruição e auto-agressividade. A mulher funciona como uma válvula para suas tensões e seus medos. Ao transferir para a mulher seus temores e tentar destruí-los nela, tem que admitir para si mesmo que ele, o grande machão tem medo da mulher, sim, o que evidentemente, pode gerar conseqüências gravíssimas (vocês já puderam ver a imagem de uma mulher barbaramente espancada?)

Outro fato importante a se considerar é a forma "amor/ódio" em relação à figura materna (que ele carrega da infância para a vida adulta). Agride a "mãe" na mulher e logo depois, torna-se carinhoso e amoroso, demonstrando estar muito arrependido. Só que a situação tende a repetir-se sempre. E a mulher, repetindo o papel da mãe, aceita as desculpas e acredita no arrependimento dele, mesmo que dure muito pouco...

O álcool é um fator que piora muito as agressões, porque ajuda a deixar o homem sem censura para praticar os atos de violência, e talvez seja o fator mais comum! São aqueles que bebem para romper os limites e para tentar se sentir mais seguros na sua masculinidade.


Você NÃO tem que aguentar nada



Com medo perder a guarda dos filhos, desestruturar a família, ser julgada pelos amigos e parentes ou até mesmo perder o sustento, muitas mulheres deixam de fazer denuncias e aguentam agressões por anos a fio.




Em 42% dos casos registrados pelo 180, a violência acontece diariamente. Em 38% dos casos, o relacionamento com o agressor corresponde a mais de dez anos. Ou seja, milhares e milhares de mulheres que apanham por décadas até fazerem sua primeira denúncia.




A violência não existe apenas sob a forma de pontapés, socos, queimaduras e sexo forçado. Ela também pode ser psicológica -- quando o homem impede a mulher de sair de casa, ter amigos, tomar anticoncepcionais, faz chantagem emocional ou submete sua companheira a humilhações.



O problema é que a violência psicológica é encarada, quase sempre, como algo "normal" na dinâmica dos relacionamentos. É preciso saber distinguir abusos de conflitos entre duas pessoas que se gostam.

A delegacia é obrigada a te atender

Não é regra mas, infelizmente, existem agentes da Segurança Pública despreparados para atender uma mulher que foi agredida. Isso pode ser devastador em uma situação de vulnerabilidade emocional. Mas toda delegacia, seja ela especializada ou não, em obediência à lei Maria da Penha, tem de fazer tudo isso:


a) Ouvir a vítima e registrar boletim de ocorrência
b) Colher provas e ouvir testemunhas
c) Requisitar exames de corpo de delito e outras perícias
d) Encaminhar a mulher ao atendimento médico. Laudos e prontuários podem ser aceitos como provas.
e) Enviar ao juiz o pedido de medida protetiva de urgência
f) Garantir proteção policial quando necessário
g) Transportar a mulher a um local seguro quando houver risco de vida


Se você for mal atendida, não hesite em procurar o Ministério Público do seu Estado. As Defensorias Públicas também têm núcleos dedicados à proteção da mulher e podem te orientar sobre seus direitos.




A internet também é sua aliada: hoje, mulheres se reúnem em grupos feministas nas redes sociais para trocar informações e criar redes de amparo. Um dos mais organizados e ativos é o Coletivo Dandara, da Faculdade de Direito da USP.
 
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